Leituras – Gonçalo M. Tavares (3)


«Clairie agarrava no pénis de Joseph e fazia movimentos fortes. Joseph tinha-a já despido e apertava agora, com força, as mamas abundantes que caíam sobre a barriga. Os dedos de Joseph circulavam, um a um, ao longo das mamas gordas, e por vezes contraíam-se, apertando com força a carne daquela mulher. O pénis de Walser estava já enterrado, desaparecendo entre os pêlos abundantes, entrando e saindo com força da vagina; as mãos agarravam as pernas gordas de Clairie, e de lado apertavam as nádegas. Walser concentrava-se nos movimentos do seu pénis, a entrar e a sair, e, cada vez mais excitado, tinha começado a puxar-lhe com força os cabelos quando sentiu um empurrão súbito para fora. Clairie empurrava-o!

– Pare, por favor! – disse ela – Acenda as luzes.

Walser ficou parado.

– Desculpe, senhor Walser – disse Clairie. – É o seu dedo. Não consigo esquecer-me dele!»

Gonçalo M. Tavares, A Máquina de Joseph Walser, Cap. XXVI, ponto 3

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